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A busca por uma bolsa de estudo: por onde começar?

A grande maioria dos e-mails que eu recebo de leitores do Londres para Estudantes são dúvidas sobre onde encontrar uma bolsa de estudo que se encaixe no perfil do estudante. Vocês já devem imaginar que encontrar uma pessoa que banque milhares de libras dos seus estudos não é tarefa fácil mas, no post de hoje, vamos dar algumas dicas sobre como iniciar essa busca.

*Essa matéria foi tirada da nossa coluna semanal do Brazilian News e pode ser acessada também aqui.

Foto: Brazilian News

Comece pela sua universidade

Se você já tem um lugar aceito em uma universidade britânica ou já tem uma lista das suas preferidas, você já tem um ponto de partida. Toda universidade tem um setor de bolsas de estudos e aí que deve começar a sua procura. Raramente são ofertadas bolsas para brasileiros, especificamente, mas a maioria possui um programa de bolsas para alunos internacionais. O problema aí é que como elas são válidas para alunos de todas as partes do mundo, a concorrência é acirrada. Se você tem passaporte europeu, as chances melhoram bastante e pode ser que você consiga bolsas que custeiem parte da sua tuition fee.

 

Se formou no Brasil? Pode ser que sua universidade brasileira te dê uma mãozinha

Muitas universidades brasileiras possuem programas de bolsas de estudos no exterior para alunos e formandos. Verifique com o escritório internacional da sua universidade – as maiores costumam ter – se eles oferecem algum tipo de auxílio financeiro. Pode ser que eles exijam a sua volta para o Brasil depois do curso, portanto, se o seu sonho é ficar no Reino Unido por mais tempo, continue lendo abaixo.

 

Procure por programas de empresas privadas

Algumas empresas privadas possuem programas que fomentam a formação de jovens no exterior. Entre no Google e pesquise quais são esses programas e os requerimentos. Um exemplo é o Santander Universidades, que possui programas de bolsas para vários países em diversos níveis de ensino. Para o Reino Unido, o programa atualmente oferece vagas de estágio remunerado em pequenas empresas.

 

Veja o que o governo britânico tem a oferecer

O governo do Reino Unido possui o seu próprio programa de bolsas, o Chevening. As bolsas ofertadas são para cursos de mestrado com um ano de duração e o programa possui parceira com 118 países, incluindo o Brasil. Como é de se esperar, as fases de seleção são muitas mas, o se você for um dos 600 sortudos que ganharão uma bolsa do Chevening este ano, o programa custeará sua tuition fee, passagens de ida e volta para o Brasil, despesas com aluguel e manutenção e até os custos com a aplicação para o visto. Mais informaçōes sobre o programa aqui: http://www.chevening.org

 

Mas não se esqueça do Ciências sem Fronteiras

Apesar da fama do programa, muitas pessoas ainda não se beneficiaram o quanto podiam dessa iniciativa do programa brasileiro. O governo oferece bolsas de doutorado pleno, doutorado sanduíche e graduação sanduíche para estudantes brasileiros. Se você não está mais vinculado a uma universidade brasileira, a sua melhor opção é o doutorado pleno. Fique atento às chamadas no site e você pode fazer um doutorado em uma universidade britânica sem gastar um penny. Para ver as chamadas e mais informaçōes, entre no site: http://sciencewithoutborders.international.ac.uk/

 

Você sabe o que é a CAPES?

Outra ótima iniciativa do governo brasileiro que é muitas vezes esquecida é a CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. O nome pode parecer grande e complicado mas, basicamente, entre outras coisas, a CAPES oferece bolsas de estudo para alunos brasileiros irem para o exterior fazer doutorado (pleno e sanduíche), estágio pós-doutoral, entre outros níveis de educação (infelizmente, não são ofertados auxílios para graduação). O órgão lança chamadas para as bolsas durante todo o ano e, para o doutorado pleno, por exemplo, elas costumam oferecer mais de £2.000 mensais. Para saber mais sobre a CAPES, esse é o site: http://www.capes.gov.br

 

E a Fundação Estudar?

A Fundação Estudar existe desde 1991 graças aos 3 dos mais importantes empreendedores do mundo, Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. Ela é uma organização sem fins lucrativos que visa potencializar jovens talentos para que possam agir grande e transformar o Brasil. São oferecidas bolsas de estudos para graduação, mestrado, doutorado e pós graduação no exterior. Para participar, o aluno deve ter entre 18 e 34 anos e estar matriculado ou em processo de aceitação em uma instituição de ensino brasileira ou estrangeira.

O processo é concorrido e possui oito fases, entre elas uma dinâmica de grupo, testes, apresentação de um vídeo e uma entrevista. Mais sobre a Fundação Estudar aqui: http://www.estudar.org.br/

Esses são apenas alguns passos de uma longa procura pela bolsa de estudo que atenda às suas necessidades. Porém, pesquisar nunca é demais. Boa sorte!

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Open University explicada

Há alguns dias recebi um comentário aqui no blog da leitora Renata perguntando sobre universidades gratuitas no Reino Unido. Seria bom demais para ser verdade se tivéssemos a opção de estudar no UK sem pagar nada, mas existe sim uma universidade que se aproxima dessa proposta: a Open University.

Por isso, neste post, vamos esmiuçar todas as dúvidas sobre a Open University e mostrar para vocês o que essa universidade pode oferecer para estudantes brasileiros.

Foto: Wikipedia Commons

Foto: Wikipedia Commons

O que é a Open University?

A OU é a maior universidade britânica, em número de alunos, e a única dedicada a cursos a distância no país. Ela foi fundada em 1969 e possui cursos de graduação, pós-graduação e técnicos. Desde sua origem, mais de 3 milhōes de alunos já estudaram em seus cursos. A OU possui escritórios centrais e regionais, mas não possui salas de aula.

Mas, então, como funciona a OU?

Os alunos da OU utilizam recursos online e materiais didáticos para completarem seus cursos. Todas as atividades e trabalhos são submetidos pela internet e os materiais dos quais o estudante precisará para o curso são enviados por e-mail ou correio. Entre eles estão livros, CDs e DVDs, além de fóruns de discussão online e a Open2, uma rede de TV educacional realizada em parceria com a BBC2.

Brasileiros podem estudar na OU?

Sim. Existem duas portas de entradas na OU para brasileiros: cursos à distância e cursos na área de pesquisa.

Como funcionam os cursos à distância da OU?

A OU oferece vagas para brasileiros em cursos de bacharelado, pós-graduação, mestrado e MBA à distância. Para se ter uma noção de como funcionam esses cursos, vamos analisar o Bacharelado em Ciências Naturais e o Mestrado em Matemática. Você pode ver a lista completa de cursos disponíveis na OU para brasileiros aqui.

No Bacharelado em Ciências Naturais, o aluno precisa passar por três estágios antes de conseguir o diploma. O estudante terá entre 4 e 16 anos para terminar o curso, mas terá que passar pelas matérias da grade antes de progredir de um estágio para o outro. Essa é uma característica comum dos cursos da OU, já que a universidade é famosa pela sua flexibilidade.

O tempo de estudo é determinado de acordo com a quantidade de créditos que você pegar. No nosso exemplo, a OU recomenda:

Se você pegar 30 créditos por ano: cerca de 8 a 9 horas por semana.
Se você pegar 60 créditos por ano: cerca de 16 a 18 horas por semana.
Se você pegar 120 créditos por ano: cerca de 32 a 36 horas por semana. (equivalente a um curso full-time)

Ou seja, tudo depende do quão rápido você quer terminar seu curso e do tempo que você tem disponível.

No caso do Mestrado em Matemática, o aluno terá que pegar um total de 180 créditos para se formar, em um tempo máximo de 7 anos.

Quanto custam os cursos à distância da OU?

Os preços dos cursos variam, mas chegam a ser a metade do preço de um curso presencial em uma universidade britânica comum.

No nosso exemplo do Bacharelado em Ciências Naturais, o aluno paga £5.124 por ano se pegar 120 créditos. Se pegar 60 créditos, o custo vai para £2.562 (mas obviamente o aluno estudará por mais anos) e, no caso de 30 créditos por ano, a anuidade custa £1.281. Esses valores são de acordo com o ano de 2013/2014.

No caso do Mestrado em Matemática, o valor varia de acordo com a especialização, mas gira em torno de £7.115 por ano.

Quais são os requisitos de entrada para os cursos à distância da OU?

A boa notícia é que alguns cursos da OU, como o BA em Ciências Naturais, não possuem requisitos de entrada! A universidade só pede que o aluno faça o IELTS, exame de proficiência em inglês, com nota mínima de 7.0.

Para o mestrado, a universidade requer que o aluno tenha terminado uma graduação em uma universidade britânica ou equivalente. Por isso, antes de se matricular no mestrado, é bom ter certeza de que seu curso é aceito (um e-mail para o registry office da OU pode solucionar essa dúvida). No caso do Mestrado em Matemática, o curso em que o aluno é graduado deve ser na área de Exatas. Como no bacharelado, o inglês precisa ser afiado, com nota mínima de 6 no IELTS.

E se eu quiser fazer um curso presencial na área de pesquisa na OU?

A única forma de conseguir um visto para estudar no Reino Unido pela OU é fazendo um de seus cursos presenciais na área de pesquisa. Neste caso, a universidade oferece 4 cursos, todos baseados na cidade de Milton Keynes, próximo a Londres:

PhD em Filosofia, com duração de 4 anos (full-time) ou 6 anos (part-time).
Doutorado em Educação, com duração de 3 anos (esta opção só é oferecida no modo part-time).
Mestrado em Filosofia, com duração de 15 meses (full-time) ou 24 meses (part-time)
Mestrado em Pesquisa, com duração de 1 ano (oferecido apenas no modo full-time)

Os requerimentos de entrada variam de acordo com a área de pesquisa. O melhor é contactar a universidade no e-mail: research-degrees-office@open.ac.uk

Quanto custam os cursos presenciais da OU?

Para o modo full-time, os cursos custam £12.800,por ano, para cursos na área de ciências, e £9.900 para as outras áreas.

Se o aluno optar pelo modo part-time, os valores descem para £4.834 e £3.722, respectivamente.

Lembrando que esses valores sofrem ajustes a cada ano e são consideravelmente mais baixos do que em universidades convencionais.

Gostei! Onde procuro mais informações?

A OU possui um site com todas as informações sobre seus cursos, valores, métodos de ensino e formas de contato: http://www.openuniversity.edu. Para dúvidas sobre os cursos na área de pesquisa, mande um e-mail para: research-degrees-office@open.ac.uk.

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Capítulo 2: Como funciona a aplicação no UCAS?

No segundo capítulo do guia “Quero Estudar em Londres!”, eu conto pra vocês como funcionam as principais etapas do processo de aplicação do UCAS: a escolha da universidade e do curso; a carta de admissão; a carta de referência, e o envio da aplicação.

Eu já dei dicas aqui no blog sobre como arrasar na sua carta de admissão, mas agora acho que é hora de colocar o meu na reta: vou mostrar pra vocês a minha carta de admissão, que me fez ser aceita no curso de Relações Públicas da Universidade de Westminster e nas minhas 4 outras opções. Só lembrando que minha carta deve servir só de inspiração para você e copiá-la não vai ajudar em nada no seu processo. Vamos a ela!

Foto: Lifetracks via Flickr

Foto: Lifetracks via Flickr

Communication has always been a predominant factor in my life. Such a cliche line to start with, I know, but it has intrigued me from an early age. Being a little kid growing up in the 90s I had to be crazy about one of those boy bands with the good looks and moves. Still, one thing used to take my mind out of their perfectly synchronized choreography: their message. Consequently, learning English became a natural, intuitive process for me and at the age of 12 I could be considered an intermediate user of the English language without having ever gone to a language school.

Learning a new language brought me the sad awareness that those cute guys did not have an impressive message to send. Then, it was time for the new indie rock bands of the 00s, and one of them in particular drove me to a new experience. At the age of 16 I started a blog about the Australian band Jet to keep the fans updated with info and yes, a little gossip on the band members as well to keep the girls interested. This combination worked really well and it later gave me the opportunity of working directly with the band running their official website and social networks accounts. Thanks to that I had even more contact with the fans and people in the music business, organizing the website content, writing updates and releases and making contests.

As can be seen in my brief pre-academic history, communication is more than just something present on my everyday life that remains unremarked. Languages, internet, exchanging information and music (one way of communicating, why not?) turned into a hobby for me. Nevertheless, it took me a couple of years to realise that all those things combined had a name, and it was called Public Relations. After four semesters studying Computer Science I started to wonder if that was the point of view about the internet and computers I was really looking for. Whilst my classmates were worried about how to make it happen, my mind was on how it changed the ways of communicating and moreover, how communication used to be before we had such a fast tool. Thus, all these questions and experiences led me to where I am now: the course of Public Relations at the Universidade Federal de Goias.

The course has broadened even more my view on the concept of Public Relations and it amazes me the difference it makes for a company or public institution. From what I know, PR is a magical power one has to make the conflicts positive and success multipliable. On the other hand, the ones who do not possesses that power will have the conflicts ruining all their achievements and the success will be just a point they get to before going way down again.

Besides, the great introductory base the course in Brazil has given me along with my increasing interest in learning new languages and cultures (I have been studying Italian for 2 years now) make me believe that studying PR in an important economic and political centre could be an even more enriching experience. After years researching the universities in the United Kingdom, I believe the country is a good choice for studying abroad. The UK universities offer a more practical vision of PR, requiring from their students an open, creative perspective of all the fields it is present in.

Finally, working as an English teacher and a cashier at a clothing shop has showed me the many things we can learn when we open our minds to different situations. Teaching is one of the most beautiful professions one can have. You might think you are not able to share what you know with others, but once you find out you can you get to be even wiser. Being part of a big brand of male clothing franchise helped me to understand some of the strategies used in Marketing and Business, certainly increasing my interest on those areas of study. All in all, these experiences showed me that knowledge can be found in all kinds of situations. We just need the right tools and abilities to recognize it and embrace it.

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Estudantes internacionais no Reino Unido em números

O Reino Unido tem se tornado cada vez mais um destino atrativo para estudantes que querem continuar sua educação em outro país. E não é só no Brasil que essa febre está pegando. As universidades britânicas têm recebido estudantes de uma grande variadade de países em diversos cursos.

O site da UKCISA lançou uma pesquisa no ano passado que mostra, em números, de quais países vêm os estudantes internacionais que desembarcam na Grã-Bretanha, onde estudam e quais cursos são seus preferidos.

A China é o país que mais manda estudantes para o Reino Unido.

A China é o país que mais manda estudantes para o Reino Unido.
Foto: Roving I via Flickr

No topo da lista de países que mais mandam estudantes para o Reino Unido ficou a China, com cerca de um quarto dos estudantes internacionais vindos de lá. Ex-colônia britânica, a Índia ficou com o segundo lugar, seguida pela africana Nigéria. Os Estados Unidos também marcou presença no quarto lugar, com a Alemanha fechando o top 5 das nacionalidades mais presentes em universidades britânicas.

O Brasil não figurou no top 20, porém estima-se que em 2012 haviam cerca de 1.340 estudantes brasileiros no Reino Unido.

Admnistração é o curso mais escolhido por estudantes estrangeiros.

Admnistração é o curso mais escolhido por estudantes estrangeiros.
Foto: LSE in Pictures via Flickr

Entre os cursos preferidos por estudantes estrangeiros, Adminstração e Business é o mais escolhido, sendo que cerca de 36% dos estudantes matriculados nesse curso são de outros países. Em seguida, vem cursos de Engenharia e Tecnologia, com 32% de seus alunos sendo estrangeiros. Cursos de humanas e artes também são populares. O curso de Estudos Sociais é o terceiro que mais recebe estudantes de fora, seguido por Design e Línguas.

Universidade de Manchester: a mais cosmopolita do Reino Unido.  Foto: ropiku2003 via Flickr

Universidade de Manchester: a mais cosmopolita do Reino Unido.
Foto: ropiku2003 via Flickr

A última parte da pesquisa relata quais são as universidades britâncias que mais recebem estudantes estrangeiros. A Universidade de Manchester foi considerada a mais cosmopolita do país, com cerca de 11.235 estudantes internacionais matriculados. Em segundo ficou a University College of London, confirmando a diversidade da capital londrina, com cerca de 40% do seu corpo dicente sendo formado por estudantes internacionais. Universidades do interior da Grã-Betanha fecharam o Top 5, com a Universidade de Nottingham, a Universidade de Edinburgh e a Universidade de Warwick. Essas tem quase 9.000 estudantes estrangeiros cada.

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Um tour pelas dez melhores universidades de Londres

As universidades do Reino Unido costumam preparar para seus possíveis futuros alunos um dia especial para se conhecer a sua estrutura e os seus serviços. Esse dia se chama “Open Day” e normalmente acontece enquanto as aplicações do UCAS ainda estão abertas.

Como nem todo brasileiro pode viajar para o Reino Unido para participar de um Open Day, o Londres para Estudantes preparou um especial com os vídeos dos Open Days das dez melhores universidades de Londres, segundo o ranking da QS.

University College London (UCL)

Sendo constantemente encontrada entre as top 10 do mundo no Ranking de Universidades da QS (em quarto este ano), a University College London (UCL) é extremamente popular entre os estudantes internacionais – que são mais de um terço do seu corpo dicente. Este instituto de pesquisa multidisciplinar, renomado mundialmente, é organizado em 10 departamentos, e seus campi e hospitais universitários são convenientemente localizados no centro de Londres. O principal campus, em Gower Street, está a uma curta caminhada de várias atrações culturais da cidade, assim como da vida agitada em Soho, o centro de entretenimento de Londres, e do famoso distrito de compras, a Oxford Street.

Imperial College London

Nunca muito distante da UCL nos rankings, a Imperial College London também sempre marca presença no top 10 global da QS (em quinta este ano). Esta prestigiada instituição, focada em ciências, dá ênfase à importância de trabalhos em laboratório para complementar as aulas e pesquisa. O seu apelo global é refletido no seu número alto de estudantes internacionais (pouco menos de um terço de seu corpo dicente em 2012). O campus principal da Imperial é em South Kensington; não muito distante do centro da cidade e perto dos grandes espaços verdes de Hyde Park, do monumental Royal Albert Hall, da loja luxuosa Harrods, e vários dos maiores museus da cidade.

King’s College London

Subindo sete lugares no ranking desde o ano passado para ocupar o 19º lugar no mundo, a King’s College London (KCL) é excelente em vários cursos. A forte presença de estudantes internacionais na KCL é complementada pelos seus professores renomados e por uma variedade de bolsas de estudos. A universidade, que é focada em pesquisa e possui diversos departamentos, possui cinco campi, sendo quatro deles situados próximo ao Rio Tâmisa, bem no coração de Londres, com fácil acesso a atrações famosas.

London School of Economics and Political Science

Sendo a única universidade especializada em ciências sociais, a London School of Economics and Politics Science (LSE) está em 68º no ranking mundial deste ano. Ela ocupa lugares muito mais altos nos rankings por curso, refletindo o seu papel como uma pioneira mundial em cursos como relações internacionals, política, sociologia, direito e contabilidades. Estudantes internacionais de mais de 150 países vão para essa instituição cosmopolita, que também tem como localização o coração da cidade – na área de Chancery Lane, historicamente associada com profissões em advocacia.

Queen Mary, University of London

Posicianada no 115º lugar no ranking mundial, a Queen Mary, University of London (QMUL) oferece aulas e pesquisa em vários cursos, incluindo medicina e odontologia na Barts e na London School of Medicine and Dentistry. Dos 17.840 estudantes da QMUL, cerca de 10% são de países europeus fora o Reino Unido, e 30% de outros países em geral. Uma das distinções da QMUL é a sua acomodação estudantil com mais de 1.176 quartos na vibrante área do leste de Londres.

Royal Holloway University of London

Enquanto várias universidades em Londres são centralmente lcoalizadas, é importante lembrar que algumas estão fora do centro. Situado a cerca de uma hora do centro de Londres pelo transporte público, o campus da Royal Holloway, University of London (no 265º lugar do ranking) é considerado um dos mais bonitos do mundo. Esta é outra universidade global, com estudantes de mais de 100 países, oference cursos em artes e humanidades, ciências, ciências sociais, administração e economia.

School of Oriental and African Studies, University of London (SOAS)

A School of Oriental and African Studies, University of London (SOAS, no 337º lugar deste ano) é focada nas línguas, na cultura e nas sociedades da Ásia, Áfrca e Oriente Médio. Estudantes internacionais de mais de 160 países formam cerca de 38% do seu corpo dicente. Como a UCL, a SOAS fica na área londrina de Bloomsbury, conhecida pelo seu belo jardim, pela história de habitantes literários, e por uma alta concentração de recursos acamdêmicos – incluindo a extensa biblioteca de Senate House e a British Library (a biblioteca nacional do Reino Unido.

City University London

A City University (em 347º lugar) foi nomeada em homenagem ao “The City” – o histórico distrito financeiro e comercial de Londres, também conhecido como “square mile”. Oference um vasto espectro de cursos, os institutos mais famosos dessa universidade são o Sir John Cass Business School, o City Law School e o School of Health Sciences. Dos seus 17.000 estudantes, 16% são europeus e 28% são internacionais.

Brunel University

Nomeada em homenagem ao engenheiro da era vitoriana, Isambard Kingdom Brunel, a Brunel University (posicionada em 360º) é mais conhecida pelos seus cursos nas áreas de engenharia e design, mas também oferece vários cursos em artes, business, direito, saúde e ciências sociais, sistemas de informação e esporte. Ela também possui uma comunidade estudantil internacional bem diversa, com quase 15.000 estudantes de mais de 100 países. Todos os cursos têm como base o campus da Brunel em Uxbridge, no oeste de Londres, cerca de uma hora do centro da cidade por transporte público.

Birkbeck College, University of London 

Por último, a Birkbeck College, University of London (posicionada no 374º lugar) é a única instituição em Londres que permite que seus estudantes completem cursos de três anos no período noturno, com todos os privilégios de visto e empréstimos normalmente concedidos. Ela também fica na área de Bloomsbury, próximo à UCL e à SOAS, com a intenção de que os estudantes possam ir para a universidade depois de um dia de trabalho. A Birkbeck possui diversos cursos para estudantes de todas as áreas e habilidades (a faixa etária é de 34 anos) de mais de 100 países.

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Vícios que alguns (ou todos) estudantes sofrem

A Universidade é praticamente uma das melhores épocas da vida, embora possa deixar você com alguns vícios.

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Ser estudante é uma experiência incrível, mas as vezes prejudicial tanto para o nosso bem-estar físico como o mental (rsrs). A personalidade do estudante altamente obcecado se torna vulnerável a todos os tipos de perigos: da cafeína ás besteiras que comemos.

Esses vícios podem parecer para o mundo real, e para o que os outros adultos consideram “normal” muito difícil.

Segue então uma lista com alguns vícios estranhos e estilos de vida que a universidade poderá deixá-lo lutando para  se livrar deles.

Cafeina

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Beber café pode parecer algo de gente amadurecida e bem sofisticada, como atores de filmes que tomam um gole enquanto estão tendo conversas sérias. Se você é um estudante universitário no entanto, a cafeína é para lidar com três coisas: ressacas, prazos e palestras de manhã cedo.

Festa na casa de estudantes

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Se você morou em casa para estudantes em algum momento do seu tempo na universidade, isso deve fazer todo o sentido. Quando você não tem uma sala na casa, ficar sentado no corredor pode parecer óbvio. Isso ainda vai parecer um pouco estranho quando você tiver que se socializar em salas normais novamente.

Comida que não é saudável

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Indo para casa depois de uma balada, se sentindo estressado com os estudos, ou apenas com preguiça de cozinhar – e o que acontece quando você se vê em tais situações? PIZZA, hambúrguer ou bolo. Esses tipos de comida são baratas e deliciosas mas totalmente horrível para sua saúde, obviamente, e em poucos anos seu colesterol pode chegar nas alturas. Já uma saladinha não faz mal a ninguém.

Dotes culinários – Improviso

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Quando você estiver quebrado e os armários da cozinha praticamente vazios, você terá que cozinhar com o que tiver. Às vezes, isso significa colocar miojo em um sanduíche, ou talvez acrescentar Marmite (um tipo de creme famoso aqui e particularmente horrível) em massas. Embora essas técnicas inovadoras na cozinha possam obter alguns olhares perturbados dos outros, a emoção de descobrir uma combinação surpreendente é a alta dependência!

Bebidas alcoólicas

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Na universidade, muitas vezes você vai se sentir naquele momento onde pode agir como um alcoólatra sem (espero), na verdade, que se tornar um.

Acordar cedo?

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Manhãs? O que é isso? Acordar em algum momento durante a tarde vai deixar seus pais loucos quando você estiver em casa nas férias, mas você simplesmente não consegue mudar isso assim de uma hora pra outra.

Vestir-se que nem um bobo

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Quando você não for mais um estudante, você vai sentir falta dos momentos em que saia de casa vestido de pijamas, fantasia e de qualquer outro jeito e isso era normal.

Baladas

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Bebidas pela metade do preço, festas temáticas e a alegria de não ter que esperar até que a sexta-feira ou o sábado chegue para uma balada. Desconto nas bebidas em uma festa, significa que você ira até o bar parecendo completamente normal e ja pede cinco tipos de bebida para si mesmo, só pra você não precisar voltar .

 

Fonte: StudentBeans

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Estudar em Oxford ou Cambridge: um sonho impossível?

Como vimos no ínicio dessa semana, as universidades de Oxford e Cambridge são grandes potências acadêmicas no Reino Unido, sendo consideradas especialistas em várias áreas de estudo. Para nós, brasileiros, sair do Brasil para estudar pode parecer complicado o suficiente, mas será que estudar em duas das melhores universidades do mundo é um sonho impossível?

Escudos das universidades de Oxford e Cambridge. Fonte: The Happy Rower via Flickr.

Escudos das universidades de Oxford e Cambridge. Fonte: The Happy Rower via Flickr.

Universidade de Oxford

Se fazer graduação na Universidade de Oxford é o seu sonho, o ensino médio brasileiro não será suficiente. A universidade aconselha que alunos brasileiros façam os exames do sistema de educação britânico (A-Levels, International Baccalaureate) ou do sistema americano. As notas a serem obtidas dependem do curso. Em alguns casos, a universidade também aceita alunos que tenham feito um ano de graduação no Brasil, porém as notas devem ser impecáveis.

A Universidade de Oxford estima que existam cerca de 30 estudantes brasileiros matriculados em seus cursos de mestrados e doutorado. A universidade conta também com um programa de estudos focado no Brasil, que inclui tópicos sobre as relações internacionais brasileiras; Política Comparativa; Língua e Cultura, e Estudos do Meio Ambiente.

Os estudantes brasileiros interessados em fazer mestrado em Oxford deverão ter terminado uma graduação com notas excelentes e ter tirado nota mínima de 7.0 ou 7.5 (dependendo do curso escolhido) no IELTS. Para quem quiser fazer doutorado, a universidade requer que o aluno tenha terminado um mestrado antes de aplicar.

Quanto aos custos, se prepare para desembolsar uma boa grana para estudar numa das melhores universidade do mundo. Os cursos de graduação inciando no ano de 2014 custam entre £16.545 e £29.225 por ano para alunos internacionais. Agora eu tenho duas notícias para os alunos de graduação, uma boa e uma ruim: a boa é que a Oxford oferece bolsa integral para alunos internacionais, e a má é que ela é extremamente concorrida, como é de se imaginar. Os estudantes de mestrado e de doutorado já têm um pouco mais de sorte, existem várias opções de bolsas na universidade de Oxford para eles.

Mais informações sobre a Universidade de Oxford aqui.

Universidade de Cambridge

No ano letivo iniciado em 2012, a Universidade de Cambridge recebeu 23 aplicações de estudantes brasileiros. Dessas, apenas 4 foram aceitas. E não é por acaso. Para fazer graduação em Cambridge, assim como em Oxford, é recomendado que estudantes brasileiros passem pelos exames britânicos (A-Levels, International Baccalaureate) com notas mínimas dependendo de cada curso. Em alguns casos, alunos que já têm um ano de graduação no Brasil são aceitos, mas sempre deve-se contatar a universidade antes de aplicar. O inglês também deve ser afiadíssimo, com nota mínima de 7.5 no IELTS, tendo tirado no mínimo 7.0 em cada habilidade.

Mesmo assim, além dos 4 estudantes de graduação brasileiros, a Universidade de Cambridge possui 39 mestrandos e doutorando vindos do Brasil. Para entrar para essa estatística, o aluno brasileiro deve desembolsar entre £13.662 e £33.069 por ano, sendo os cursos mais caros o de Medicina e Veterinária. As opções de bolsas para graduandos internacionais em Cambridge são bem mais limitadas do que em Oxford. Para brasileiros, não há bolsas de estudos disponíveis.

Para os interessados em mestrado em Cambridge, é exigido que o aluno tenha completado uma graduação com média entre 8 e 10 (eles ressaltam, porém, que a média mínima dependerá da universidade cursada no Brasil). O nível de inglês exigido varia de acordo com o curso, mas não espere nada menor que um 7.0 no IELTS. Quanto a bolsas de estudos, a universidade oferece algumas opções que podem ser encontradas aqui.

Para mais informações sobre a Universidade de Cambridge, veja aqui.

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