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Capítulo 2: Como funciona a aplicação no UCAS?

No segundo capítulo do guia “Quero Estudar em Londres!”, eu conto pra vocês como funcionam as principais etapas do processo de aplicação do UCAS: a escolha da universidade e do curso; a carta de admissão; a carta de referência, e o envio da aplicação.

Eu já dei dicas aqui no blog sobre como arrasar na sua carta de admissão, mas agora acho que é hora de colocar o meu na reta: vou mostrar pra vocês a minha carta de admissão, que me fez ser aceita no curso de Relações Públicas da Universidade de Westminster e nas minhas 4 outras opções. Só lembrando que minha carta deve servir só de inspiração para você e copiá-la não vai ajudar em nada no seu processo. Vamos a ela!

Foto: Lifetracks via Flickr

Foto: Lifetracks via Flickr

Communication has always been a predominant factor in my life. Such a cliche line to start with, I know, but it has intrigued me from an early age. Being a little kid growing up in the 90s I had to be crazy about one of those boy bands with the good looks and moves. Still, one thing used to take my mind out of their perfectly synchronized choreography: their message. Consequently, learning English became a natural, intuitive process for me and at the age of 12 I could be considered an intermediate user of the English language without having ever gone to a language school.

Learning a new language brought me the sad awareness that those cute guys did not have an impressive message to send. Then, it was time for the new indie rock bands of the 00s, and one of them in particular drove me to a new experience. At the age of 16 I started a blog about the Australian band Jet to keep the fans updated with info and yes, a little gossip on the band members as well to keep the girls interested. This combination worked really well and it later gave me the opportunity of working directly with the band running their official website and social networks accounts. Thanks to that I had even more contact with the fans and people in the music business, organizing the website content, writing updates and releases and making contests.

As can be seen in my brief pre-academic history, communication is more than just something present on my everyday life that remains unremarked. Languages, internet, exchanging information and music (one way of communicating, why not?) turned into a hobby for me. Nevertheless, it took me a couple of years to realise that all those things combined had a name, and it was called Public Relations. After four semesters studying Computer Science I started to wonder if that was the point of view about the internet and computers I was really looking for. Whilst my classmates were worried about how to make it happen, my mind was on how it changed the ways of communicating and moreover, how communication used to be before we had such a fast tool. Thus, all these questions and experiences led me to where I am now: the course of Public Relations at the Universidade Federal de Goias.

The course has broadened even more my view on the concept of Public Relations and it amazes me the difference it makes for a company or public institution. From what I know, PR is a magical power one has to make the conflicts positive and success multipliable. On the other hand, the ones who do not possesses that power will have the conflicts ruining all their achievements and the success will be just a point they get to before going way down again.

Besides, the great introductory base the course in Brazil has given me along with my increasing interest in learning new languages and cultures (I have been studying Italian for 2 years now) make me believe that studying PR in an important economic and political centre could be an even more enriching experience. After years researching the universities in the United Kingdom, I believe the country is a good choice for studying abroad. The UK universities offer a more practical vision of PR, requiring from their students an open, creative perspective of all the fields it is present in.

Finally, working as an English teacher and a cashier at a clothing shop has showed me the many things we can learn when we open our minds to different situations. Teaching is one of the most beautiful professions one can have. You might think you are not able to share what you know with others, but once you find out you can you get to be even wiser. Being part of a big brand of male clothing franchise helped me to understand some of the strategies used in Marketing and Business, certainly increasing my interest on those areas of study. All in all, these experiences showed me that knowledge can be found in all kinds of situations. We just need the right tools and abilities to recognize it and embrace it.

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Uma tour pelo guia “Quero Estudar em Londres!”

A partir de hoje vamos começar uma tour básica pelos 14 capítulos do nosso querido guia “Quero Estudar em Londres!”. O guia foi escrito por mim, Andréa, baseado no que eu passei até me tornar uma estudante internacional no Reino Unido e vem cheio de links e dicas úteis pra você não passar os mesmos perrengues que eu passei!

Começando a nossa tour, vamos ouvir de quem entende do assunto o que se deve fazer para estudar em uma universidade britânica: o UCAS. Se você não sabe o que é UCAS, o primeiro capítulo do guia “Como funciona o processo de admissão a uma universidade britânica?” te conta em detalhes o que é o UCAS, quando você deve começar a aplicação e quais são as etapas do processo de admissão.

Neste post, porém, vamos assistir um vídeo rápido retirado do site do UCAS com depoimentos de estudantes internacionais que já estão aqui no UK e explicando direitinho o que o UCAS oferece. O vídeo está em inglês, para você já ir afiando a língua para quando chegar aqui!

Clique na imagem para ver o vídeo.

Clique na imagem para ver o vídeo.

A deadline do UCAS foi no último dia 24, mas você ainda pode aplicar para o ano que vem. Ficou com vontade?

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20 dicas para o seu Personal Statement

Com a deadline do UCAS se aproximando no dia 15 de janeiro do ano que vem, você já deve ter começado a pensar na sua carta de admissão, certo? Esta carta, chamada de Personal Statement pelo UCAS, vai ser a melhor forma das suas universidades te conhecerem além do seu desempenho acadêmico e histórico de emprego.

No nosso guia, você pode encontrar algumas informações básicas, mas agora nós vamos dar 20 dicas para não ter erro na hora de escrever a sua carta de admissão. Essas dicas foram elaboradas com base em artigos da Which? Magazine e um pouco de experiência própria também.

Dica nº1: Como fazer sua carta de admissão chamar a atenção das universidades?

A primeira coisa a se ter em mente é que as universidades recebem milhares de aplicações todos os anos, portanto eles vão ler de tudo nas cartas de admissão. Assim, o desafio é fazer a sua carta ser lembrada e ter um algo mais em relação a maioria. Porém não adianta mentir ou exagerar, as pessoas que lêem essas cartas estão acostumadas a fazê-lo e percebem de cara quando estão sendo enganadas.

A primeira dica então é: seja você mesmo e saiba como apresentar os seus melhores atributos. Este vídeo, em inglês, mostra algumas dicas para escrever uma boa carta de admissão, de acordo com as próprias universidades:

Dica nº 2: Comece com uma frase de forte e marcante.

O início da sua carta de admissão provavelmente definirá a forma como o tutor encarará o resto da carta. Não inicie com clichês como “Eu sempre sonhei em estudar tal curso…”, pois a maioria dos estudantes vai fazer o mesmo. Comece com uma frase que seja a sua cara e que demonstre o que está por vir nos próximos parágrafos.

Dica nº3: Faça com que a leitura da sua carta seja agrádavel.

Não há nada mais desencorajador do que uma carta sem estrutura, com parágrafos longos e sem uma ordem específica. Conteúdo é importante, mas não adianta ter grandes experiências de vida e ótimo desempenho acadêmico, se tudo isso for apresentado de uma forma desorganizada. Seja meticuloso, leia e releia a sua carta de admissão, procure erros ortográficos, verifique se os parágrafos estão em uma ordem interessante e com comprimento ideal (4 ou 5 frases já é o bastante).

Dica nº4: Não só diga algo sobre você, mas prove.

Você pode dizer que você é um ótimo aluno, que se interessa por tais assuntos e que quer muito seguir uma carreira em uma determinada área. Mas tudo isso terá pouco valor se você não provar o que está dizendo. Tente usar exemplos para o máximo de coisas que puder. Use experiências de vida, hobbies, habilidades ou até prêmios que comprovem as suas afirmações e impressionem o tutor.

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Fonte: Devon Elizabeth Barnett via Flickr

 

Dica nº5: Demonstre interesse na área escolhida.

Por que você escolheu essa área? Mostre ao seu tutor que a sua decisão é acertada e que você se baseou nos seus interesses e experiências antes de tomá-la. Vale a pena gastar parta da carta falando sobre a área escolhida. Além disso, se você está aplicando para cursos muito diferentes entre si ou diferentes do que você fez no Brasil, justifique a mudança e mostre que você sabe o que está fazendo.

Dica nº6: Não fuja do assunto.

Não se esqueça de que, ao ler a sua carta, o tutor quer saber acima de tudo: “Por que nós devemos lhe dar um lugar na nossa universidade?”. Assim, certifique-se de que tudo o que você está dizendo responda a essa pergunta e não fuja do assunto.

Dica nº 7: Não foque somente no desempenho acadêmico.

Algo que realmente impressiona os tutores são atividades extracurriculares e hobbies ou interesses relevantes para a área para a qual se está aplicando. Afinal, a escola e a universidade são coisas pelas quais todo mundo passa, mas o seu esforço para ir além do que lhe é ensinado em sala de aula pode lhe dar pontos valiosos na carta de admissão.

Dica nº7: Siga o ABC: Ação, Benefício e Consequência para o curso.

Ou seja, ao falar sobre algo que você conquistou ou já fez, fale também sobre como isso te beneficiou como pessoa e/ou aluno, e como isso é relevante para os cursos escolhidos.

Dica nº8: Cuidado com citações!

Algumas citações podem até dar um valor a mais à sua carta, mas tome muito cuidado! Primeiramente, não use citações de pessoas muito famosas como Einstein, Muhammed Ali ou Marthin Luther King. Sim, eles tinham ideias maravilhosas e já disseram coisas muito interessantes. Mas não só você pensa assim, como a maioria dos estudantes que aplicarão para as universidades. Segundo, tenha certeza de que a citação precisa ser feita. Se não, é melhor explicar com as suas próprias palavras.

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Einstein: um gênio. Segundo você e a maioria dos outros estudantes.
Fonte: drussoart via Flickr

Dica nº9: Entusiasmo!

Normalmente, a pessoa que vai ler a sua carta será um professor do departamento específico do curso que você escolheu. Então, lembre-se de uma coisa: vocês já te[êm uma coisa em comum, a paixão pelo curso! Explore isso demonstrando entusiasmo sobre a área escolhida e deixe transparecer o quanto você deseja para se aprofundar nela.

Dica nº10: não liste seus interesses e experiências.

Imagine uma carta de admissão com essa frase: “Os meus livros preferidos são 1984, Harry Potter, A Era dos Extremos, O Retrato de Dorian Gray…”. Ao terminar de ler a frase, o tutor já caiu no sono. Não liste as suas experiências ou seus hobbies. Fale sobre cada um (que sejam revelantes, é claro) e não mate o tutor de tédio.

Dica nº11: A graduação deve ser uma experiência recíproca.

Você já falou o quanto se interessa pela área e como você quer se aprofundar mais nela. Mas o que você espera da universidade? Essa é uma parte normalmente esquecida pelos estudantes. As universidades esperam que os estudantes não sejam apenas passivos no aprendizado, mas também ativos em aproveitar o máximo o que a graduação pode oferecer. Assim, o que você espera desses 3 anos de graduação?

Dica nº 12: Cuidado com o vocabulário.

Algumas vezes, pelo inglês não ser a nossa primeira língua, nós não sabemos exatamente quais palavras são apropriadas para a carta de admissão ou quais são rebuscadas demais. Afinal, se você usar palavras que não usaria no dia-a-dia, o tutor perceberá que você está “trying too hard”, como dizem por aqui. Tome cuidado com isso, procure no dicionário as palavras que você não tem certeza se deveriam ser usadas. Quer outra dica preciosíssima, aqui entre nós? Existe uma ferramente online chamada Thesaurus que lhe dá sinônimos de uma certa palavra em inglês, alguns mais requintados, outros mais comuns. Agora ficou fácil, vai!

Dica nº 13: Não vale a pena plagiar.

A razão é simples: O UCAS passa todas as cartas de admissão por um software que detecta se um trecho da sua carta foi “roubado” de outro lugar. Assim, se você não quer ter sua aplicação cancelada, não copie trechos de outras cartas ou de artigos, livros, etc.

Dica nº 15: Ser ou não ser engraçado? Eis a questão.

Minha opinião pessoal sobre essa questão é: não tente ser engraçado na sua carta de admissão. Algumas pessoas gostam de adicionar um toque de senso de humor às suas cartas, mas você nunca sabe qual será o humor da pessoa que vai ler a sua carta ou até mesmo se ela está um dia bom ou não. Vai saber, né? Portanto, se for usar senso de humor na sua carta, tome cuidado! E não diga que eu não avisei.

Dica nº16: Não utilize fatos negativos ou irrelevantes.

Além de entusiasmo, a sua carta de admissão precisa ter positividade. Não foque em coisas negativas do seu passado como o porquê de você ter largado aquele curso, ou como você sofreu bullying na escola. Você quer impressionar o seu tutor e não fazê-lo ter dó de você. Além disso, não fale sobre coisas da sua vida que são irrelevantes. Isso aqui é uma carta de admissão e não uma auto-biografia, oras!

Dica nº17: E como fica o Brasil nessa história toda?

Não é para falar de samba, futebol e nossas belezas naturais, mas o seu tutor com certeza vai querer saber por que você decidiu sair do Brasil para fazer graduação e o que você vai fazer depois de estar com o diploma na mão. Essa última parte é importante. Muitos dizem que as universidades preferem quando o aluno diz que vai voltar ao Brasil, mas isso não é comprovado. O importante então é: se você estiver pensando em ficar no Reino Unido depois da graduação, diga como você pretende ajudar o seu país com o conhecimento adiquirido aqui. Por exemplo, você pode dizer que você vai incentivar seus amigos brasileiros a estudarem em outros países (ou no UK mesmo). Esse é só um exemplo para ilustrar, mas é fundamental mencionar o Brasil na sua carta.

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Não se esqueça dele!

Dica nº18: Leia, releia e leia mais uma vez.

Escreva a sua carta num processador de texto, como o Word, antes de passá-la para o UCAS. E quando o fizer, eu não consigo nem expressar o quanto é importante reler e revisar a sua carta de admissão. Procure erros ortográficos, verifique se as frases fazem sentido, corrija o inglês. É importante também pedir para outra pessoa que saiba inglês ler a sua carta. Se isso não for possível, deixa a sua carta quietinha ali por alguns dias e depois volte e releia. Muitos erros só são percebidos depois uma refrescada na cabeça!

Dica nº19: Não traduza a sua carta e nem pensar em Google Translator!

Eu sei o quanto é tentador escrever sua carta todinha em português e depois passar pro Google Translator fazer todo o resto do trabalho pra você. Não funciona. Sério, não funciona mesmo! Escreva a sua carta em inglês e, se precisar, use o dicionário. Se você conhece uma pessoa fluente em inglês, peça para ela ler e te dar umas dicas. Só promete para mim que não vai usar o Google Translator!

Dica nº20: Termine com chave de ouro!

O último parágrafo da sua carta deve sim resumir o que foi dito, mas não só isso. Essa será a última impressão que o tutor terá de você, portanto seja conciso, direto e termine com uma frase marcante e que adicione algo a sua carta.

Se você quiser que a gente dê uma olhada na sua carta e te passe umas dicas, manda um e-mail pra gente: londresparaestudantes@hotmail.co.uk

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Cuidado: este botão “Enviar” vai mudar a sua vida!

Screenshot 2013-11-15 at 18.16.36  Ao longo dos próximos dois meses , os candidatos que pretendem ingressar na universidade em 2014     estarão completando suas aplicações on-line. Com menus de instruções e avisos claros no site do UCAS,  é fácil pensar que esta é uma tarefa simples e direta. Muitos estudantes, numa rápida explosão de cliques  no mouse vão dizer contentes ” Eu terminei ! ” Sem antes pesquisar ou se preparar, no entanto, essa luta  frenética de clicar pode facilmente levar a problemas desnecessários e a uma experiência infeliz mais  tarde. Antes de embarcar no detalhe do pedido on-line, faça sua pesquisa . Em primeiro lugar, pense bem sobre o curso que deseja fazer e em quais as universidades que oferecem esse curso, de uma atenção especial  para os requisitos de conteúdo e de entrada das universidades. Em seguida, escreva a sua declaração pessoal (personal Statement) justificando a sua escolha.

O registro on-line é a parte fácil, mas pesquise bastante antes de qualquer coisa. Uma ótima dica pra você, e dar uma olhada no nosso guia, “QUERO ESTUDAR EM LONDRES”, lá você vai encontrar o passo a passo para todo esse processo de uma maneira simples e fácil de entender!

Ainda tá aí parado? Corre lá para o nosso guia que tá cheio de coisa legal!

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Formulário online

 

Fonte: The Guardian

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UCAS ?


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E então, você pergunta: Como é o vestibular em Londres? Aqui não existe vestibular. Não?? Então como é o processo seletivo das universidades?

O processo seletivo das universidades aqui funciona através do UCAS  (The Universities and Colleges Admissions Service), o que na prática, significa que você precisa se registrar no site do UCAS e preencher um formulário com todos os seus dados, histórico escolar e uma redação falando sobre você, o tal do Personal Statement.

Nao entendeu? Então corre lá  para o nosso guia que tem tudo explicadinho e boa sorte!

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O nosso guia já está disponível!

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Senhoras e senhores, o Londres Para Estudantes tem o orgulho de apresentar…. o “Quero Estudar em Londres!”. São 96 páginas cheias de informações essenciais para quem quer estudar em Londres. A gente pega na sua mão e passa junto com você por todo o processo de aplicação no UCAS, o requerimento de visto e até te ensina a fazer a mala direitinho, olha que beleza!

Além disso, a gente dá dicas de lugares para visitar, como gastar menos, e ainda te fala tudo que você vai ter que fazer quando chegar aqui como fazer o seu cartão de transporte, se registrar com a polícia, abrir conta no banco… Ficou moleza estudar em Londres agora!

Pra ler online ou baixar é muito fácil, só clicar na capa ali no lado direito ou ir na seção “O guia” para ficar sabendo mais.

Qualquer dúvida, desabafo, conselho ou só carência mesmo, já sabe: é só mandar um email pra gente no londresparaestudantes@hotmail.co.uk.

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