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International Student Visa Workshop – Tier 1 Graduate Entrepreneur visa

Chegamos ao último post sobre o International Student Visa Workshop, realizado pelo Londres para Estudantes em parceria com o Careers Development Centre da nossa querida University of Westminster.

Pra você que pegou o bonde andando, nós já falamos do Tier 2 Work Visa e do Tier 5 Government Authorised Exchange. Hoje, vamos focar no visto Tier 1 Graduate Entrepreneur.

Parte dos estudantes da University of Westminster que compareceram ao International Student Visa Workshop.

Parte dos estudantes da University of Westminster que compareceram ao International Student Visa Workshop.

Pra quem é o Tier 1 Graduate Entrepreneur?

Podem tirar esse visto estudantes formados no UK (seja undergraduate, masters ou até PhD) que tenha uma ideia brilhante para um empreendimento.

A grande sacada desse visto é que universidades atuam como sponsors de alunos que queiram investir num empreendimento. Cada universidade tem seu processo de seleção. Aqui, eu vou usar os critérios da University of Westminster, apresentados pela Elishba Zachariah, do Careers Development Centre, como modelo. Ah! Mas você pode aplicar para qualquer processo de seleção, não só o da sua própria universidade.

Quais são os requerimentos para o Tier 1?

Além de ter passado no processo seletivo de alguma universidade com a sua ideia empreendedora, você precisa comprovar fundos. O método é mais ou menos o mesmo dos outros vistos: extratos de conta bancária contendo £950 por 30 dias consecutivos (esse valor aumenta para £1,890 se você estiver aplicando de fora do UK).

Não é necessário apresentar teste de inglês.

Quanto tempo demora para sair o visto?

Depois da aplicação, o visto sai, em média, em 2 meses.

Por quanto tempo eu posso ficar no UK com o Tier 1?

O Tier 1 tem duração de um ano. Esse prazo pode ser extendido por mais um ano se a universidade achar necessário. A desvantagem desse visto é que esse tempo não conta para o tempo necessário para o visto de residência permanente.

Para mais informações sobre o esquema da University of Westminster, leiam aqui estão as regras.

Esperamos que tenham gostado das dicas do workshop. Além disso, esperamos que vocês tenham tido uma noção de como o governo britânico tem imposto requerimentos cada vez mais restritos para o estudante internacional que deseja obter experiência de trabalho. Se vocês quiserem entender um pouco mais sobre essa polêmica, dêem uma olhada nessa campanha We Are International.

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Mais sobre o International Student Visa Workshop – Tier 5 GAE visa

Vocês já ouviram falar do visto Tier 5 Government Authorised Exchange? Eu também nunca tinha ouvido falar dele antes do International Student Visa Workshop, organizado pelo Londres para Estudantes e o pessoal lindo do Careers Development Centre da University of Westminster.

Esse visto com nome digno de filme do James Bond é mais uma opção para você, pobre estudante brasileiro que se endividou até as calças pagando pela sua graduação e agora quer pelo menos ter um pouco de experiência trabalhando no UK. Quem contou pra gente tudinho sobre ele foi a Zenia Chopra. Ela faz parte da AIESEC UK que possui um esquema super bacana para ajudar os estudantes a tirarem o Tier 5.

James Bond tirou o Tier 5 para vir pro UK. Tá, mentira. Foto: Telegraph.co.uk

James Bond tirou o Tier 5 para vir pro UK. Tá, mentira. Foto: Telegraph.co.uk

Antes de irmos aos detalhes do Tier 5, só avisar que todas as informações contidas no post são referentes ao esquema Access Tier 5 da AIESEC. Porém, existem vários outros esquemas que o estudante pode usar para tirar esse visto.

O Tier 5 Government Authorised Exchange surgiu em 2008 e, assim como o Tier 2, faz parte do sistema de pontos introduzido no mesmo ano pela UKBA (United Kingdom Border Agency). Diferentemente do Tier 2 (assunto do post passado), você não precisa encontrar um empregador que seja seu sponsor.

Quem pode tirar o Tier 5?

Esse visto é apenas para alunos formados no UK há menos de 3 anos da data que for tirar o visto.

Pra que tipo de emprego serve o Tier 5?

Serve para estágios de até um ano (com possibilidade de extensão por mais um ano, mais sobre isso abaixo) que ofereça uma posição adicional, ou seja, que não seja essencial para a empresa. Ele também precisa ser full-time (entre 35 e 40 horas semanais) e pagar no mínimo £15,000 por ano.

Outro requerimento é que o estágio tenha um nível maior ou igual a NFQ3. Esse é um sistema complexo que os britânicos usam para avaliar o nível de qualificação para um emprego, mas aqui no nosso caso, significa que não pode ser um emprego como recepcionista ou secretário(a), por exemplo. Tem que ser um pouco mais qualificado do que isso.

A compania deve ser registrada no UK (a maioria são) e não pode pertencer aos ramos de hotelaria, saúde e agricultura. Qualquer outro campo está liberado!

Se eu não preciso de sponsor então ficou fácil!

Você está certíssimo, leitor imaginário. Tudo o que o estudante tem que fazer para tirar esse visto é encontrar um estágio que obedeça aos critérios acima. Depois, o estudante contacta a AIESEC e ela atua como o sponsor do estudante. O serviço é gratuito para o estudante, mas a empresa deve pagar £600 + impostos para a AIESEC.

A AIESEC irá, então, enviar um formulário para a empresa preencher que servirá para avaliá-la. Se a empresa não for registrada no UKBA como sponsor pro Tier 2, a AIESEC irá checar se a empresa está regularizada.

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Zenia Chopra, no International Student Visa Workshop.

Eu posso extender esse visto ou mudar de outro visto?

Como eu disse ali em cima, esse visto pode ser extendido por mais 12 meses. O único requerimento é que você volte para o seu país e aplique para extensão de lá antes de voltar.

Quando a mudanças de visto, o estudante que está com o Tier 4 e quer obter o Tier 5, precisa obter um estágio na sua prória área de atuação. Se o estágio for de outra área, o estudante deverá voltar ao seu país ou ir para algum país europeu.

Mais informações sobre o Tier 5, dá uma olhada no site da UKBA.

Durante o workshop, a Zenia contou pra gente que o Tier 5 é uma ótima oportunidade para você mostrar pro seu empregador que é bom no que faz e convencê-lo a ser seu sponsor para o Tier 2. Essa é uma boa dica, já que às vezes pode ser difícil encontrar uma empresa que aceite ser seu sponsor, assim, de cara.

Se tiver afim de contactar a Zenia diretamente e tirar suas dúvidas, aí vão algumas formas de contato:

AccessTier 5

AIESEC UK – Access Tier 5 scheme.
Zenia Chopra
Telefone (UK): 02075491801
E-mail: zenia@accesstier5.com
Website: http://www.accesstier5.com

Semana que vem: Tier 1 Graduate Entrepreneur! Nos vemos lá!

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O que rolou no International Student Visa Workshop – Tier 2 Work visa

Na semana passada, o Londres para Estudantes teve o prazer de realizar um importante workshop em parceria com o Career Development Centre da University of Westminster: o International Student Visa Workshop. O workshop – que faz parte da nossa campanha a favor de regras mais flexíveis para o estudante internacional que deseja continuar no UK depois de formado – trouxe palestrantes especialistas em três tipos de visto: o Tier 2 Work Visa, Tier 5 Government Authorised Exchange e o Tier 1 – Graduate Entrepeneur. Nos próximos posts, nós vamos compartilhar com vocês todas as dicas que foram passadas no nosso workshop. Vamos começar então? Hoje vamos falar do Tier 2 Work Visa, segundo a experiência de Jarmila Entezari, do escritório de Immigration Law, Bloomsbury Law.

flyer

O Tier 2 Work Visa é o visto para quem quer trabalhar no UK, independente de ter estudado aqui ou não. Ele substitui o bem mais flexível Post-Study Work Visa, abolido em 2012. Ele faz parte do sistema de pontos, implementado pelo UKBA (United Kingdom Border Agency) para controlar mais facilmente os requerimentos de visto. Vamos à eles! O que eu preciso ter para obter um Tier 2? Você, querido leitor, precisa ter três coisas: 1) um sponsor (ou um patrocinador, em tradução mais ou menos). Basicamente, um sponsor é um empregador que deve ter licensa do UKBA para se responsabilizarem por trabalhadores imigrantes. No site do UKBA, tem uma longa lista de empresas britânicas que são licensiadas. As empresas também são classificadas por classe A, B e C. Nós vamos falar mais sobre essas classes mais a frente. Caso você tenha sido oferecido(a) um emprego numa empresa não licensiada, o empregador pode obter essa licensa e empresas de qualquer tamanho podem fazê-lo. O único requerimento é que a empresa tenha um sistema de recursos humanos, mesmo que ele seja só uma pasta, o empregador precisa manter os dados dos seus empregados arquivados. A Bloomsbury Law pode ajudar com esse processo, mas a empresa paga uma taxa de £500 para se tornar um sponsor. 2) um Certificate of Sponsorship, que é um número oferecido pelo seu sponsor. Esse certificado é similaro ao CAS (Certificate of Acceptance in Studies) que a gente tira quando vem fazer universidade aqui. 3) um salário de, no minímo, £20,500 por ano. Esse número é a média, mas depende da área a qual pertence seu emprego. Você pode ver a lista completa de salários no Codes of Practice da UKBA.

ukba

Mas só isso?

Em alguns caso, você terá que apresentar mais duas coisinhas:

4) teste de inglês, mas esse requisito é só para quem não se formou em uma universidade de um país que tem o inglês como primeira língua. Portanto, se você se formou no UK, não precisa se preocupar com isso.

5) evidência de manutenção. Como eu falei lá em cima, o seu sponsor pode ser de classe A, B ou C, que depende da quantidade de documentos que ele apresentou ao UKBA. Se o seu empregador tiver uma licensa classe A, você pode pular essa parte. Mas se ele estiver em qualquer outra classe, você deverá apresentar extratos de uma conta no banco contendo, no mínimo, £945 por um período de três meses contínuos.

E por quanto tempo posso ficar no UK com o visto Tier 2?

A boa notícia é que esse visto lhe permite permancer no país enquanto você estiver empregado (se mudar de emprego, terá que aplicar para o visto de novo). E melhor ainda, o tempo que você permanece no UK com o Tier 2 conta para o tempo necessário para obter o visto de residência permanente. Ou seja, depois de 5 anos com o Tier 2, você já pode aplicar para a residência permanente.

Eu posso ter dois empregos ao mesmo tempo?

Pode, mas o segundo emprego (o que não tiver dado-lhe o visto) deve ser de até 20 horas por semana e na mesma área que o primeiro.

Quanto tempo demora para o visto sair?

Se o seu sponsor já for licensiado, costuma sair dentro de 2 a 3 meses. Você também pode pagar pelo serviço priority e ter o seu visto em mãos em 10 dias.

Para informações mais detalhadas, dêem uma olhada no Codes of Practice do UKBA (em inglês).

O que a Jarmila enfatizou bastante durante a palestra dela é que tirar o visto é muito simples, mas ao estudante cabe a parte mais díficil do processo todo: encontrar um empregador que aceite ser um sponsor. Às vezes por falta de informação ou por preferir menos burocracia. Por isso é importante saber de todas esses requisitos para o visto para poder informar o seu potencial empregador e tomar conta de toda a papelada.

A Bloomsbury Law também pode tomar conta do processo para você, inclusive explicá-lo para o empregador, se preciso. A consulta inicial é gratuita. Vai aí os contatos deles:

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Bloomsbury Law – 17 Manchester Street, London W1U 4DJ Telefone (UK): 020 79987777 Site: http://www.bloomsbury-law.com E-mail: jarmila.entezari@bloomsbury-law.com / alvyn.kee@bloomsbury-law.com

Semana que vem, vamos falar do Tier 5 Government Authorised Scheme! Até lá!

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Capítulo 7: Cheguei, e agora?

O capítulo 7 do guia “Quero Estudar em Londres!” fala sobre  a chegada ao aeroporto, os procedimentos de registro com a polícia e algumas coisas que se deve saber para se viver em Londres com segurança.

O momento da chegada a sua cidade de destino, seja ela Londres ou qualquer outra cidade do Reino Unido, traz consigo muitas surpresas. O processo de adaptação à nova universidade e aos costumes do povo inglês assusta um pouco no início. Muitos estudantes internacionais, porém, conseguem superar esse período e transformar o Reino Unido em sua segunda casa (eu me incluo nesse grupo!). Outros sentem que o abismo entre ingleses e estudantes internacionais persiste durante todos os anos de universidade.

Neste post, vamos contar a história de uma estudante de Cingapura que chegou à Universidade de Oxford e aquele sentimento estranho de “não pertencer”, que normalmente sentimos ao chegar a um lugar novo, pra ela nunca passou. Minha experiência foi bem diferente da dela, mas sempre é interessante mostrar vários lados, certo?

Foto: leedsmetropolitan via Flickr

Foto: leedsmetropolitan via Flickr

O texto na íntegra em inglês tá aqui.

Eu cheguei a Londres em um voo à meia-noite com meus pais e minha irmã. Nós andamos até a imigração e apresentamos nossos passaportes à agente de imigração. Ela nos faz algumas perguntas que poderiam ser feitas em uma tentativa de puxar conversa. Até aí, tudo normal. Ela então pede nossas digitais – a da minha irmã e a minha. Ela não pede as dos meus pais porque eles são turistas, mas ela pede as nossas, porque somos estrangeiras e moraremos aqui.

Um ato de tradução ocorreu quando eu cheguei ao Reino Unido, três anos atrás. Eu virei “international”. Não uma cidadã de Cingapura, não uma pessoa de etnia chinesa (apesar de, às vezes, isso ser tudo que as pessoas veem), nem a presidente do grupo de teatro da minha escola, nem uma garota que está acostumada a se sentir bonita e querida. Eu me tornei parte de um grupo amórfico definido não pelo que somos, mas pelo que não somos. Os estudantes britânicos são “home”; nós éramos o time visitante.

Quando eu fui representante dos calouros para o Colégio de Exeter (parte da Universidade de Oxford), nós falamos sobre os estudantes internacionais que nunca vemos, porque eles estão escondidos em seus quartos ou junto com outros alunos de seus países. Todos que falam sobre isso concordam unanimemente que seja uma pena que “estudantes internacionais não se sintam parte da comunidade acadêmica” – isso sempre é dito sem culpar ninguém. Mas ninguém nunca fala sobre como isso está enraizado no próprio sistema que a universidade e o país usam. Apesar do fato de que Oxford segue a estratégia de “atrair estudantes e professores do mais alto calibre internacional”, nenhum esforço é feito para desfazer a impressão que se tem na chegada – a de que estudantes internacionais não são bem-vindos neste país. Nós pagamos anuidades absurdamente caras que financiam a educação dos “home students” e ao mesmo tempo nos segregam deles. Assim são as contradições da vida de imigrante.

Parece que se tem quase uma premissa de que estudantes internacionais são financiados por beneficiários ricos, sejam eles os pais ou uma bolsa de estudos, e que, por isso, eles podem pagar pelo preço absurdo da anuidade internacional. Eu desafio essa noção: eu mal posso pagar pela anuidade, mas eu pago mesmo assim. Nos últimos dois anos, minha anuidade tem crescido cerca de £1800 dos £18.620 originais. Se eu fosse uma “home student”, um aumento deste tamanho seria recebido com protestos. Mas como uma estudante internacional, eu faço parte do grupo artificial ao qual se tem pouca solidariedade.

O impacto psicológico que essas diferenças aparentemente superficiais geram é profundo. O preço que o estudante internacional paga para vir a Oxford não é medido apenas em libras, mas nos anos que passamos longe dos nossos pais, nos irmãos cuja adolescência nós não vemos, e nos amigos que ficam cada vez mais distantes e estranhos. Como resultado, apesar de recebermos todos a mesma educação, o significado de tudo isso faz com que haja um oceano de diferença entre nós e os “home students”. Nossa vida de antes é sacrificada pelo nosso presente. Quando o nosso visto expirar, nós iremos mais uma vez deixar o lugar e a comunidade que tentamos transformar em nossa casa. É claro que todos os estudantes imigrantes passarão por isso, mas a falta de compreensão e apoio das universidades que alegam “oferecer ambientes que são caracterizados por um sentimento de comunidade” é decepcionante e hipócrita.

A energia que os representantes dos calouros gastam para tornar nossos colégios ambientes receptivos é desperdiçada diante da apatia com os estudantes internacionais. Alguém ainda se pergunta por que os estudantes internacionais escolhem investir nas comunidades de seus países aqui? As contradições implícitas nas nossas anuidades mais altas mandam uma mensagem que é difícil conciliar com a “receptividade” dos nossos colégios: nós queremos que você contribua e adapte-se, mas não que você pertença.

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Capítulo 4: Devo temer a imigração britânica?

Como escrevi no capítulo 4 do “Quero Estudar em Londres!”, a imigração britânica tem se mostrado bastante receptiva a estudantes internacionais. Essa realidade, porém, pode mudar a partir de abril de 2014. É o que propõe o Parlamento Britânico com a “Immigration Bill”: uma proposta que visa fechar o cerco para os imigrantes que desejam vir para a Inglaterra. Sim, estudantes incluídos! Vamos entender melhor este projeto de lei.

Segundo o UKCISA , as principais medidas que poderão afetar os estudantes internacionais são:

  • Mudanças que tornarão mais fácil o processo de remoção de pessoas do Reino Unido.
  • Remoção do direito ao uso do sistema britânico gratuito de saúde (NHS) e a introdução de uma taxa de saúde cada vez que uma aplicação é feita na imigração
  • Requerimento para que os propietários de imóveis chequem o status de imigração de todos os inquilinos (isso pode afetar estudantes que aluguem quartos antes de chegarem no Reino Unido).
  • Aumento do período de investigação de casamentos e uniões civis pelo Home Office para até 70 dias. Eles procuram descobrir se o relacionamento é realmente genuíno.
  • Outras mudanças como a retenção de dados biométricos por tempo indeterminado e a instrução das cortes sobre como o Governo quer que eles interpretem o Artigo 8 (direito de respeitar a vida privada e familiar de uma pessoa) do Convenção Europeia de Direitos Humanos.
O parlamento britânico ainda está decidindo se aprovará a "Immigration Bill". Foto: UK Parliament via Flickr

O parlamento britânico ainda está decidindo se aprovará a “Immigration Bill”.
Foto: UK Parliament via Flickr

A “Immigration Bill” é a reflexão de uma discussão que vem ocorrendo na Grã-Betanha há muito tempo. A preocupação é a de que os imigrantes estão abusando de serviços do governo como o NHS e outros benefícios, sem pagar muitos dos impostos que os britânicos pagam. Outro problema é que algumas pessoas sentem que os estrangeiros estão formando comunidades muito grandes em diversas cidades britânicas, onde eles não falam inglês e nem se integram com o resto da sociedade.
O que vocês acham? É claro que nós, como imigrantes, somos contra a “Immigration Bill” mas, e se o mesmo estivesse ocorrendo no Brasil?

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