Lady Dinah’s Emporium: o Café dos Gatos.

Lady Dinah’s Cat Emporium: o primeiro ‘cat cafe’ de Londres, onde os clientes podem desfrutar de uma xícara de café na companhia de vários felinos.

image (2)

E nós fomos lá para conferir!

image (9)Um lugar inusitado onde você  pode desfrutar de uma variedade de sanduíches, bolos, chás e cafés enquanto acaricia 11 gatinhos nomeados: Adamska, Artemis, Biscuit, Carbonnelle, Donnie, Indiana, Loki, Mue, Petra, Romeo e Wookie.

image (3)

Os cafés com gatos já são muito populares em Taiwan, China e Japão. O lugar é decorado em um estilo vintage com tema Vitoriano.

image (6)

Em uma cidade onde muitas pessoas vivem sozinhas em apartamentos apertados e que não permitem animais de estimação, fazer amigos felinos tornou-se terapia popular para pessoas solitárias ou ansiosas.

image (5)O café está localizado no leste de Londres, em Shoreditch. Para visitar o local é necessário fazer reservas on-line, e no dia da visita paga-se £6 para ficar por 90 minutos (esse valor é para que possam cuidar dos gatinhos).

image (8)Vale a pena conferir!

Para mais informações, visite Lady Dinah’s Cat Emporium website.

Anúncios

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

International Student Visa Workshop – Tier 1 Graduate Entrepreneur visa

Chegamos ao último post sobre o International Student Visa Workshop, realizado pelo Londres para Estudantes em parceria com o Careers Development Centre da nossa querida University of Westminster.

Pra você que pegou o bonde andando, nós já falamos do Tier 2 Work Visa e do Tier 5 Government Authorised Exchange. Hoje, vamos focar no visto Tier 1 Graduate Entrepreneur.

Parte dos estudantes da University of Westminster que compareceram ao International Student Visa Workshop.

Parte dos estudantes da University of Westminster que compareceram ao International Student Visa Workshop.

Pra quem é o Tier 1 Graduate Entrepreneur?

Podem tirar esse visto estudantes formados no UK (seja undergraduate, masters ou até PhD) que tenha uma ideia brilhante para um empreendimento.

A grande sacada desse visto é que universidades atuam como sponsors de alunos que queiram investir num empreendimento. Cada universidade tem seu processo de seleção. Aqui, eu vou usar os critérios da University of Westminster, apresentados pela Elishba Zachariah, do Careers Development Centre, como modelo. Ah! Mas você pode aplicar para qualquer processo de seleção, não só o da sua própria universidade.

Quais são os requerimentos para o Tier 1?

Além de ter passado no processo seletivo de alguma universidade com a sua ideia empreendedora, você precisa comprovar fundos. O método é mais ou menos o mesmo dos outros vistos: extratos de conta bancária contendo £950 por 30 dias consecutivos (esse valor aumenta para £1,890 se você estiver aplicando de fora do UK).

Não é necessário apresentar teste de inglês.

Quanto tempo demora para sair o visto?

Depois da aplicação, o visto sai, em média, em 2 meses.

Por quanto tempo eu posso ficar no UK com o Tier 1?

O Tier 1 tem duração de um ano. Esse prazo pode ser extendido por mais um ano se a universidade achar necessário. A desvantagem desse visto é que esse tempo não conta para o tempo necessário para o visto de residência permanente.

Para mais informações sobre o esquema da University of Westminster, leiam aqui estão as regras.

Esperamos que tenham gostado das dicas do workshop. Além disso, esperamos que vocês tenham tido uma noção de como o governo britânico tem imposto requerimentos cada vez mais restritos para o estudante internacional que deseja obter experiência de trabalho. Se vocês quiserem entender um pouco mais sobre essa polêmica, dêem uma olhada nessa campanha We Are International.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Mais sobre o International Student Visa Workshop – Tier 5 GAE visa

Vocês já ouviram falar do visto Tier 5 Government Authorised Exchange? Eu também nunca tinha ouvido falar dele antes do International Student Visa Workshop, organizado pelo Londres para Estudantes e o pessoal lindo do Careers Development Centre da University of Westminster.

Esse visto com nome digno de filme do James Bond é mais uma opção para você, pobre estudante brasileiro que se endividou até as calças pagando pela sua graduação e agora quer pelo menos ter um pouco de experiência trabalhando no UK. Quem contou pra gente tudinho sobre ele foi a Zenia Chopra. Ela faz parte da AIESEC UK que possui um esquema super bacana para ajudar os estudantes a tirarem o Tier 5.

James Bond tirou o Tier 5 para vir pro UK. Tá, mentira. Foto: Telegraph.co.uk

James Bond tirou o Tier 5 para vir pro UK. Tá, mentira. Foto: Telegraph.co.uk

Antes de irmos aos detalhes do Tier 5, só avisar que todas as informações contidas no post são referentes ao esquema Access Tier 5 da AIESEC. Porém, existem vários outros esquemas que o estudante pode usar para tirar esse visto.

O Tier 5 Government Authorised Exchange surgiu em 2008 e, assim como o Tier 2, faz parte do sistema de pontos introduzido no mesmo ano pela UKBA (United Kingdom Border Agency). Diferentemente do Tier 2 (assunto do post passado), você não precisa encontrar um empregador que seja seu sponsor.

Quem pode tirar o Tier 5?

Esse visto é apenas para alunos formados no UK há menos de 3 anos da data que for tirar o visto.

Pra que tipo de emprego serve o Tier 5?

Serve para estágios de até um ano (com possibilidade de extensão por mais um ano, mais sobre isso abaixo) que ofereça uma posição adicional, ou seja, que não seja essencial para a empresa. Ele também precisa ser full-time (entre 35 e 40 horas semanais) e pagar no mínimo £15,000 por ano.

Outro requerimento é que o estágio tenha um nível maior ou igual a NFQ3. Esse é um sistema complexo que os britânicos usam para avaliar o nível de qualificação para um emprego, mas aqui no nosso caso, significa que não pode ser um emprego como recepcionista ou secretário(a), por exemplo. Tem que ser um pouco mais qualificado do que isso.

A compania deve ser registrada no UK (a maioria são) e não pode pertencer aos ramos de hotelaria, saúde e agricultura. Qualquer outro campo está liberado!

Se eu não preciso de sponsor então ficou fácil!

Você está certíssimo, leitor imaginário. Tudo o que o estudante tem que fazer para tirar esse visto é encontrar um estágio que obedeça aos critérios acima. Depois, o estudante contacta a AIESEC e ela atua como o sponsor do estudante. O serviço é gratuito para o estudante, mas a empresa deve pagar £600 + impostos para a AIESEC.

A AIESEC irá, então, enviar um formulário para a empresa preencher que servirá para avaliá-la. Se a empresa não for registrada no UKBA como sponsor pro Tier 2, a AIESEC irá checar se a empresa está regularizada.

workshop 4

Zenia Chopra, no International Student Visa Workshop.

Eu posso extender esse visto ou mudar de outro visto?

Como eu disse ali em cima, esse visto pode ser extendido por mais 12 meses. O único requerimento é que você volte para o seu país e aplique para extensão de lá antes de voltar.

Quando a mudanças de visto, o estudante que está com o Tier 4 e quer obter o Tier 5, precisa obter um estágio na sua prória área de atuação. Se o estágio for de outra área, o estudante deverá voltar ao seu país ou ir para algum país europeu.

Mais informações sobre o Tier 5, dá uma olhada no site da UKBA.

Durante o workshop, a Zenia contou pra gente que o Tier 5 é uma ótima oportunidade para você mostrar pro seu empregador que é bom no que faz e convencê-lo a ser seu sponsor para o Tier 2. Essa é uma boa dica, já que às vezes pode ser difícil encontrar uma empresa que aceite ser seu sponsor, assim, de cara.

Se tiver afim de contactar a Zenia diretamente e tirar suas dúvidas, aí vão algumas formas de contato:

AccessTier 5

AIESEC UK – Access Tier 5 scheme.
Zenia Chopra
Telefone (UK): 02075491801
E-mail: zenia@accesstier5.com
Website: http://www.accesstier5.com

Semana que vem: Tier 1 Graduate Entrepreneur! Nos vemos lá!

2 Comentários

Arquivado em Uncategorized

O que rolou no International Student Visa Workshop – Tier 2 Work visa

Na semana passada, o Londres para Estudantes teve o prazer de realizar um importante workshop em parceria com o Career Development Centre da University of Westminster: o International Student Visa Workshop. O workshop – que faz parte da nossa campanha a favor de regras mais flexíveis para o estudante internacional que deseja continuar no UK depois de formado – trouxe palestrantes especialistas em três tipos de visto: o Tier 2 Work Visa, Tier 5 Government Authorised Exchange e o Tier 1 – Graduate Entrepeneur. Nos próximos posts, nós vamos compartilhar com vocês todas as dicas que foram passadas no nosso workshop. Vamos começar então? Hoje vamos falar do Tier 2 Work Visa, segundo a experiência de Jarmila Entezari, do escritório de Immigration Law, Bloomsbury Law.

flyer

O Tier 2 Work Visa é o visto para quem quer trabalhar no UK, independente de ter estudado aqui ou não. Ele substitui o bem mais flexível Post-Study Work Visa, abolido em 2012. Ele faz parte do sistema de pontos, implementado pelo UKBA (United Kingdom Border Agency) para controlar mais facilmente os requerimentos de visto. Vamos à eles! O que eu preciso ter para obter um Tier 2? Você, querido leitor, precisa ter três coisas: 1) um sponsor (ou um patrocinador, em tradução mais ou menos). Basicamente, um sponsor é um empregador que deve ter licensa do UKBA para se responsabilizarem por trabalhadores imigrantes. No site do UKBA, tem uma longa lista de empresas britânicas que são licensiadas. As empresas também são classificadas por classe A, B e C. Nós vamos falar mais sobre essas classes mais a frente. Caso você tenha sido oferecido(a) um emprego numa empresa não licensiada, o empregador pode obter essa licensa e empresas de qualquer tamanho podem fazê-lo. O único requerimento é que a empresa tenha um sistema de recursos humanos, mesmo que ele seja só uma pasta, o empregador precisa manter os dados dos seus empregados arquivados. A Bloomsbury Law pode ajudar com esse processo, mas a empresa paga uma taxa de £500 para se tornar um sponsor. 2) um Certificate of Sponsorship, que é um número oferecido pelo seu sponsor. Esse certificado é similaro ao CAS (Certificate of Acceptance in Studies) que a gente tira quando vem fazer universidade aqui. 3) um salário de, no minímo, £20,500 por ano. Esse número é a média, mas depende da área a qual pertence seu emprego. Você pode ver a lista completa de salários no Codes of Practice da UKBA.

ukba

Mas só isso?

Em alguns caso, você terá que apresentar mais duas coisinhas:

4) teste de inglês, mas esse requisito é só para quem não se formou em uma universidade de um país que tem o inglês como primeira língua. Portanto, se você se formou no UK, não precisa se preocupar com isso.

5) evidência de manutenção. Como eu falei lá em cima, o seu sponsor pode ser de classe A, B ou C, que depende da quantidade de documentos que ele apresentou ao UKBA. Se o seu empregador tiver uma licensa classe A, você pode pular essa parte. Mas se ele estiver em qualquer outra classe, você deverá apresentar extratos de uma conta no banco contendo, no mínimo, £945 por um período de três meses contínuos.

E por quanto tempo posso ficar no UK com o visto Tier 2?

A boa notícia é que esse visto lhe permite permancer no país enquanto você estiver empregado (se mudar de emprego, terá que aplicar para o visto de novo). E melhor ainda, o tempo que você permanece no UK com o Tier 2 conta para o tempo necessário para obter o visto de residência permanente. Ou seja, depois de 5 anos com o Tier 2, você já pode aplicar para a residência permanente.

Eu posso ter dois empregos ao mesmo tempo?

Pode, mas o segundo emprego (o que não tiver dado-lhe o visto) deve ser de até 20 horas por semana e na mesma área que o primeiro.

Quanto tempo demora para o visto sair?

Se o seu sponsor já for licensiado, costuma sair dentro de 2 a 3 meses. Você também pode pagar pelo serviço priority e ter o seu visto em mãos em 10 dias.

Para informações mais detalhadas, dêem uma olhada no Codes of Practice do UKBA (em inglês).

O que a Jarmila enfatizou bastante durante a palestra dela é que tirar o visto é muito simples, mas ao estudante cabe a parte mais díficil do processo todo: encontrar um empregador que aceite ser um sponsor. Às vezes por falta de informação ou por preferir menos burocracia. Por isso é importante saber de todas esses requisitos para o visto para poder informar o seu potencial empregador e tomar conta de toda a papelada.

A Bloomsbury Law também pode tomar conta do processo para você, inclusive explicá-lo para o empregador, se preciso. A consulta inicial é gratuita. Vai aí os contatos deles:

logo-bloomsbury2

Bloomsbury Law – 17 Manchester Street, London W1U 4DJ Telefone (UK): 020 79987777 Site: http://www.bloomsbury-law.com E-mail: jarmila.entezari@bloomsbury-law.com / alvyn.kee@bloomsbury-law.com

Semana que vem, vamos falar do Tier 5 Government Authorised Scheme! Até lá!

2 Comentários

Arquivado em Uncategorized

Enfim, o último ano.

Parecia longínquo e até que nunca ia chegar, mas cá estamos nós no nosso último ano de faculdade na Inglaterra. Apesar da correria que é esse momento derradeiro, a gente ainda se pega lembrando do primeiro dia de aula, e a surpresa é enorme.

Como a gente a muda durante os anos na universidade, não é mesmo? Eu mesma me lembro chegando na Westminster no primeiro dia de fazer a matrícula e participar da Fresher’s Fair (nosso “trote”, ou a feira onde os calouros conhece os serviços da universidade e as sociedades). Eu era uma menininha de 21 anos, acabada de sair da casa dos pais – e do país, por sinal – e ainda lidando com o impacto de todos os choques que a experiência de morar fora sem conhecer ninguém no país de destino traz.

Minha foto da carteirinha, tirada no meu primeiro dia - felizona!

E aí, enquanto a gente viaja sobre o passado, a gente olha pro calendário e bate o pânico: MINHA DISSERTAÇÃO É PRA DAQUI 10 SEMANAS. ENTERRA ESSA CARA DE PAU NOS LIVRO, MENINA! Poisé, toda a enrolação no início do post é pra dizer que eu vou contar pra vocês como é o último ano de faculdade no Reino Unido.

STOP! Dissertation time…

"Cuidado, tese em processo. Conteúdo sob pressão. Pergunte sobre o status ao seu próprio risco. Cutuque gentilmente se adormecido."

Com exceção de alguns cursos na área criativa, todos requerem que seus alunos escrevam uma dissertação, normalmente contendo entre 10.000 e 12.000 palavras, ao final do curso. Essa dissertação é bem parecida com a monografia feita no Brasil. Ela precisa ter uma introdução, metodologia, revisão de literatura, a pesquisa em si e uma conclusão. A vantagem para nós é que aqui não se defende monografia. Entregou, tá entregue. Alguns cursos colocam o prazo final em janeiro, mas a maioria termina em abril. Depois é só esperar até junho para saber a sua nota.

Projeto final de curso: já não basta tudo que eu tenho passar, você ainda tem que existir!

Muitos cursos também pedem que seus alunos façam um projeto final: uma ação prática, que varia de curso pra curso. Por exemplo, os alunos de cinema precisam fazer um documentário ou um curta-metragem. Os graduandos de Moda, fazem um desfile ao fim do ano letivo. Nós da Relações Públicas fazemos uma campanha para ser promovida para a mídia impressa (se você segue a gente no Facebook, já viu os louros que estamos colhendo da nossa campanha. Assunto pro próximo post!). Em muitos cursos, esse projeto é feito antes de começar a dissertação. Como eu e a Carol devemos ter dançado conga na cruz, a gente tem que fazer é tudo ao mesmo tempo mesmo.

Resultado: “eu vou me encostar aqui entre essas duas pilhas de livros e dormir só um pouquinho”

Não há tempo, minha gente! Pra quem trabalha então… já tive que escolher se comia ou dormia, porque os dois não dava. Mas no final, a recompensa é sensacional! Tô louca para escrever aqui sobre a nossa cerimônia de graduação!

No próximo post: E agora, José? Quais são as opções para o aluno internacional que se forma no Reino Unido? E por que o governo britânico quer tanto que a gente amarre nosso jegue em outra árvore?

3 Comentários

Arquivado em Uncategorized

Rede social sugere amizades online e oferece moradia para quem decide ir para o exterior, minimizando o choque cultural. ​​

Rafael

Rafael dos Santos foi morar em Londres em 2002. Como qualquer pessoa que resolve dar o grande passo de mudar de país logo se deparou com o choque cultural. Conviver com tantas culturas, uma língua nova, dividir quarto com estranhos e se sentir sozinho são alguns dos problemas enfrentados por alguém que resolve estudar no exterior, viajar o mundo ou conseguir um emprego e precisa sair em busca do desconhecido.

Mas Rafael se adaptou, trabalhou como lavador de louças e catador de copos em bares de Londres até conseguir uma vaga como professor assistente na escola de inglês em que estudava. De tanto dividir casas com outros estrangeiros, em 2005 decidiu abrir uma empresa de acomodação.

De acordo com a UNWTO – United Nations World Tourism Organisation em 2010, 187 milhões de jovens entre 15 e 30 anos moraram fora de seus países por 6 semanas e gastaram mais de 1000 dólares em acomodação. Ao escrever o livro “Mudando de País – Um passo de cada vez” que explica todas as etapas, da chegada ao exterior a volta ao país de origem, Rafael teve a ideia de criar um projeto para ajudar aqueles que pretendem ir para outro pais (seja para estudar, trabalhar ou somente viajar) e tem medo de dar o primeiro passo. “Fiz entrevistas com mais de 200 pessoas para saber qual o maior desafio ao mudar de país e as principais respostas foram: onde morar e o medo de se sentir sozinho”, conta Rafael.


Assim nasceu a Room in the Moon – uma rede social que sugere conexões para pessoas que estao mudando de cidade ou de país. Com a rede, pessoas indo morar nos mesmos lugares trocam informações e tem um ponto de contato quando chegam lá, minimizando o choque cultural. O site também oferece quartos em diversas regiões de Londres, que podem ser reservados online pelo período mínimo de quatro semanas.

A rede, lançada em marco deste ano, tem cerca de 100 novos cadastros diariamente, cerca de um a cada 12 minutos – e em apenas 4 meses tem mais de 4 mil membros de 15 países, que dão dicas com vídeos e fotos, sobre a cidade em que moram ou que já estiveram. Passeios, comida, a melhor parte da cidade para morar, cursos e universidades e transporte são os posts mais frequentes.

A Startup também vem solidificando o projeto inicial e após ter conseguido uma consultoria do governo inglês, foi selecionado como participante da aceleradora Velocity, em Louisville, nos EUA com um apoio de 15 mil dólares em treinamento e considerada pelo Grupo Virgin, um dos maiores do mundo, como a ‘Startup da Semana’, na Inglaterra.

Para marcar o lançamento, a Room in the Moon está com uma competição, em que irá dar uma bolsa de estudos de duas semanas para qualquer lugar do mundo, para a pessoa que der mais dicas e tiver mais conexões. A bolsa ira cobrir custos com voos, acomodação, curso de línguas e ainda dinheiro para ajudar nas despesas com alimentação e transporte.

Para se cadastrar (e mais informacoes), basta se inscrever no site.

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized

Cultura Britânica

Você sabe o que é comemorado no dia 5 de novembro aqui na Inglaterra?

O mês de novembro aqui na Inglaterra é marcado por algumas datas muito importantes para a história dos ingleses. Entre essas datas o dia 5 de novembro simboliza um momento de luta pela liberdade.

A história da Conspiração da Pólvora

Barril

via Commons wikipedia

Em 1605, um soldado inglês católico chamado Guy Fawkes (ou Guido Fawkes) e um grupo de conspiradores tentaram explodir o Parlamento em Londres com barris de pólvora. Eles queriam assassinar o rei James I e os líderes do rei.

Por que o Guy Fawkes queria matar o rei James I e seus líderes? 

Fawkes

Guy Fawkes – via thedungeons.com

Eles queriam assassinar o rei James I e os membros do parlamento inglês que eram protestantes e responsáveis por uma repressão aos direitos dos católicos por causa de suas atividades contra a coroa.

                                                                                                   O que aconteceu 

Screenshot 2014-11-02 at 18.21.01

 

Parlamento – via Commons wikipedia

O plano que parecia simples – Fawkes era o responsável por guardar os barris de pólvora que seriam utilizados para explodir o parlamento. Mas os conspiradores não desejavam a morte de inocentes e católicos, portanto mandaram avisos para que eles mantivessem distância do parlamento no dia do ataque. O rei acabou descobrindo o plano e ordenou uma revista no parlamento e encontraram Fawkes guardando a pólvora.

 Descoberto Guy Fawkes

Guy_Fawkes_Mask

via commons wikepedia

Na manhã do dia 05 de novembro, soldados então descobriram Guy Fawkes escondido no porão e o prenderam. Guy Fawkes foi levado para a Torre de Londres torturado e  enforcado por traicão e tentativa de assassinato. Fawkes é visto como alguém que lutou e morreu por aquilo que acreditava. Sua máscara, que surgiu no filme V de Vingança é utilizada até hoje.

A Celebração

fogueira

via commons wikepedia

Em comemoração a sobrevivência do rei James e também ao revolucionário Guy Fawkes, há queima de fogos (conhecido aqui como Bonfire) e fogueiras por todo o país. O evento é comemorado anualmente na Inglaterra em 05 de novembro e os ingleses queimam bonecos nas fogueiras como uma espécie de malhação do Judas.

Screenshot 2014-11-02 at 18.49.03

via lonelyplanet.com

Deixe um comentário

Arquivado em Uncategorized